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Ato da Asa Brasil no Rio São Francisco em Petrolina mobilizou mais de 40 mil pessoas pela vida no semiárido

Na cidade de Petrolina/PE, no dia, 17/11, aconteceu o ato publico em apoio a ampliação dos recursos e garantia de direitos para o semiárido brasileiro, “Semiárido vivo, Nenhum direito a menos!” e também “Não deixe o rio morrer”, que envolveu mais de 40 mil pessoas de comunidades indígenas e quilombolas, integrantes de movimentos sociais e populares de todos os estados do nordeste e Minas Gerais, que cruzaram a ponte Presidente Dutra, do Rio São Francisco, para ocupar as ruas de Juazeiro/BA.

A simbologia de cruzar a ponte pelos movimentos sociais chama a atenção para a necessidade de se invistir mais no semiárido, que segundo os organizadores do evento, em 2015 os recursos foram bem reduzidos, e também para chamar a atenção para o nível acelerado da degradação do Rio São Francisco (Velho Chico) que esta com seu volume d’água baixo e que precisa ser preservado para manter não só a sua existência, mas da vida por onde corre.

Na concentração em Juazeiro o presidente da Contag, Alberto Ercílio Broch, falou que crise é coisa dos que ainda não aceitaram a derrota nas urnas em 2014 e que o atual inimigo da população brasileira é o congresso nacional, que é um dos piores e mais conservadores desde o golpe de 1964. “Os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil não vão pagar o preço que os ricos devem pagar”, disse Alberto.

Na sequencia das falas dos convidados o coordenador da Asa Brasil, o teólogo Naidison de Quintella Baptista, disse que a luta para a garantia de direitos está apenas começando, lembrou que principalmente o nordeste vive o pior período de seca dos últimos 60 anos e que a presidenta Dilma Rousseff precisa garantir a vida do semiárido no orçamento para que as politicas de convivência como cisternas e da assessoria técnica que praticamente não existiu em 2015, ajude ao homem do campo melhorar sua vida, “fizemos muito e queremos fazer mais, por que o nosso povo do semiárido precisa disso para sobreviver”, ressaltou Naidison.

O evento foi uma realização da Articulação do semiárido Brasileiro (Asa Brasil) e entidades como: Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e do Levante Popular da Juventude, entre outras. No Ceará a mobilizado foi realizada pelas entidades que compõe o Fórum Cearense pela Vida no Semiárido, FCVSA e Instituto Elo Amigo, que envolveu mais de duas mil pessoas.

O coordenador executivo do Elo Amigo, Marcos Jacinto, avaliou que o evento foi além das expectativas e mostra aos governos que o semiárido precisa ser garantido, são cisternas de placas, enxurrada, barragem, caráter produtivo, água cinza (Bioágua), capacitações das varias tecnologias para ajudar a otimizar os efeitos do complicado período seco na vida do trabalhador rural. Jacinto ainda comentou que o semiárido mostrou que vai lutar para manter seus direitos e que a presidenta precisa olhar mais para o semiárido, “estamos trabalhando coletivamente para garantir a vida do rio, das pessoas e do semiárido”, destaca.

Leia o manifesta da ASA Brasil e entidades parceiras "Semiárido Vivo: Nenhum direito a menos!" no link: http://goo.gl/JB6bLy

Veja galeria de fotos:

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Na cidade de Petrolina/PE, no dia, 17/11, aconteceu o ato publico em apoio a ampliação dos recursos e garantia de direitos para o semiárido brasileiro, “Semiárido vivo, Nenhum direito a menos!” e também “Não deixe o rio morrer”, que envolveu mais de 40 mil pessoas de comunidades indígenas e quilombolas, integrantes de movimentos sociais e populares de todos os estados do nordeste e Minas Gerais, que cruzaram a ponte Presidente Dutra, do Rio São Francisco, para ocupar as ruas de Juazeiro/BA.

A simbologia de cruzar a ponte pelos movimentos sociais chama a atenção para a necessidade de se invistir mais no semiárido, que segundo os organizadores do evento, em 2015 os recursos foram bem reduzidos, e também para chamar a atenção para o nível acelerado da degradação do Rio São Francisco (Velho Chico) que esta com seu volume d’água baixo e que precisa ser preservado para manter não só a sua existência, mas da vida por onde corre.

Na concentração em Juazeiro o presidente da Contag, Alberto Ercílio Broch, falou que crise é coisa dos que ainda não aceitaram a derrota nas urnas em 2014 e que o atual inimigo da população brasileira é o congresso nacional, que é um dos piores e mais conservadores desde o golpe de 1964. “Os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil não vão pagar o preço que os ricos devem pagar”, disse Alberto.

Na sequencia das falas dos convidados o coordenador da Asa Brasil, o teólogo Naidison de Quintella Baptista, disse que a luta para a garantia de direitos está apenas começando, lembrou que principalmente o nordeste vive o pior período de seca dos últimos 60 anos e que a presidenta Dilma Rousseff precisa garantir a vida do semiárido no orçamento para que as politicas de convivência como cisternas e da assessoria técnica que praticamente não existiu em 2015, ajude ao homem do campo melhorar sua vida, “fizemos muito e queremos fazer mais, por que o nosso povo do semiárido precisa disso para sobreviver”, ressaltou Naidison.

O evento foi uma realização da Articulação do semiárido Brasileiro (Asa Brasil) e entidades como: Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e do Levante Popular da Juventude, entre outras. No Ceará a mobilizado foi realizada pelas entidades que compõe o Fórum Cearense pela Vida no Semiárido, FCVSA e Instituto Elo Amigo, que envolveu mais de duas mil pessoas.

O coordenador executivo do Elo Amigo, Marcos Jacinto, avaliou que o evento foi além das expectativas e mostra aos governos que o semiárido precisa ser garantido, são cisternas de placas, enxurrada, barragem, caráter produtivo, água cinza (Bioágua), capacitações das varias tecnologias para ajudar a otimizar os efeitos do complicado período seco na vida do trabalhador rural. Jacinto ainda comentou que o semiárido mostrou que vai lutar para manter seus direitos e que a presidenta precisa olhar mais para o semiárido, “estamos trabalhando coletivamente para garantir a vida do rio, das pessoas e do semiárido”, destaca.

Leia o manifesta da ASA Brasil e entidades parceiras "Semiárido Vivo: Nenhum direito a menos!" no link: http://goo.gl/JB6bLy

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