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Fundação Banco do Brasil e Elo Amigo realizam visita de acompanhamento técnico em unidades de Reúso do Orós

Na manhã da sexta-feira, 25/05, o gerente do Banco do Brasil de Orós, Vagner Abreu, esteve representando a Fundação Banco do Brasil (FBB) na visita de acompanhamento técnico do projeto que está construindo 30 unidades do Sistema de Reúso de Águas Cinzas no municipio. O gerente acompanhou o coordenador do projeto de Reúso do Instituto Elo Amigo (IEA), Claudenê Lima e a educadora técnica do IEA, Mirian Raquel.

Segundo Claudenê, a visita aconteceu nas três comunidades rurais de Água Fria, Jurema e Aroeiras, com o objetivo de acompanhar o processo de construção e conversar com as famílias sobre o processo que vivenciaram de formação e avaliação que o Elo Amigo realiza constantemente no projeto. Claudenê lembrou ainda que das 30 unidades de reúso que são destinadas ao município de Orós pela parceria FBB/IEA, 18 já foram feitas. “Fazemos questão de levar o parceiro para conhecer e ver de perto todo o processo que envolve o investimento social de um projeto, no caso do reúso, não poderia ser diferente. O gerente Vagner perguntou, escutou as pessoas e disse está satisfeito com os resultados.

O gerente Vagner lembrou que o projeto de Reúso de Água já existia em outros municípios com apoio da Fundação e chegou aos agricultores/famílias de Orós pela boa parceria entre FBB e IEA. “Conversando com as famílias notei uma alegria contagiante nelas, ver isso nós dá muita satisfação e atinge em cheio os objetivos da parceria entre as entidades e do projeto que é desenvolver as comunidades reutilizando a água que antes seria descartada”, disse.

Fundação Banco do Brasil e Elo Amigo realizam visita de acompanhamento técnico em unidades de reúso de Orós
Vagner e Claudenê na produção do Seu Almir Batista Lima, no sítio Aroeira [FOTO:Mirian Raquel/IEA]

Para a produtora rural, Auriene Lopes, do sítio Água Fria, a visita do gerente de um banco em sua casa é uma coisa que nunca imaginou e que todo o conhecimento que adquiriu vai ajudar na ampliação do seu quintal produtivo e dos seus produtos de artesanato como redes feitas com tear e colchas de crochê bordadas, entre outros. “As chuvas se acabaram e agora temos essa água do reúso para trabalhar e melhorar a renda da minha família. Confesso que nunca imaginei que um gerente de um banco viria na minha casa, não sei nem dizer o tamanho da minha alegria, é até um incentivo a mais para trabalhar”, afirmou Lopes.


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